A PRAÇA É NOSSA
- qxt208
- 23 de dez. de 2025
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Em visita domiciliar com E., após realizarmos uma escuta acolhedora do jovem, pois ele estava em crise, isolado em seu quarto, chorando e fazendo uso de lança-perfume, fomos a uma praça localizada em frente à EMEl, no bairro Parque dos Bancários. Sentamos próximo a uma mesa para realizar um atendimento lúdico, dispomos alguns materiais de pintura e desenho para livre experimentação criativa, e durante o atendimento foram aparecendo outras crianças da comunidade, conhecidas e não conhecidas dele. Se aproximaram e participaram, o atendimento se deu em toda a praça, as crianças ocuparam todas as mesas e bancos para desenhar e pintar. À medida que realizamos a atividade, conversamos sobre seus trabalhos produzidos, e durante o encontro algumas crianças relataram a falta que sentiam do ambiente escolar. Um atendimento terapêutico tornou-se uma oficina em experimentação artística e foi um encontro indispensável para E., que estava isolado em sua casa, em situação de crise.
Jonathan Derek e Yane Andrade
Rematriamento Comunitario - página 127


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